Associação Junguiana do Brasil 25 Anos

Livros

Abaixo disponibilizamos uma lista de livros publicados por membros da AJB sobre temas relacionados à Psicologia Analítica.

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    Arteterapia e Mandalas – Uma Abordagem Junguiana

    Irene Gaeta

    Esse livro trata de uma questão fundamental em nossa era: o trabalho interdisciplinar aplicado ao campo da psicoprofilaxia, da psicoterapia e da educação. Enquanto profissionais de diferentes áreas reúnem-se na busca de perspectivas terapêuticas condizentes com as últimas descobertas cientificas – entre elas, as que comprovam a interdependência de fatores psicológicos e orgânicos e a importância da educação formativa na prevenção da saúde geral, o avanço das ciências da religião permite uma visão aprofundada da função dos símbolos e da religiosidade em diferentes culturas. Um exemplo são os mecanismos de cura presentes em rituais religiosos. C. G. Jung, um dos mais importantes psiquiatras do seculo XX, fez uma importante contribuição ao trazer para o campo acadêmico o estudo das religiões ocidentais e orientais, em especial, seus estudos sobre a expressão artística e sobre a mandala na manutenção do equilíbrio psicológico de pacientes neuróticos e psicóticos.

    2010



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    Memória Corporal: O simbolismo do corpo na trajetória da vida

    Irene Gaeta

    Este livro trata da vida e sua duração numa sociedade que, embora tenha a longevidade como objetivo e invista científica e financeiramente no prolongamento de nossas vi¬das, esquece que o processo de desenvolvimento é contí¬nuo e se dá em todas as suas fases. Respeitando a permanente possibilidade de expansão da consciência, o livro nos fala das experiências de aprendizagem significativas que podem nos levar, ininterruptamente, por uma trajetória na qual o viver se torna muito mais do que sobreviver a si mesmo, num per-durar vazio para além do tempo previsto e da possibilidade da continuidade do crescimento pessoal. Este livro trata do tempo e da intemporalidade e da duração da vida, através de todos os seus ciclos, como uma oportunidade de integração necessária e desejada pela alma. O corpo se faz instrumento de integração tan¬to quando é receptivo e se abre para os estímulos e técnicas terapêuticas, na busca de bem estar por meio da harmonização do tônus, como quando se expressa. Nada do que fazemos enquanto estamos vivos pode ser feito fora do corpo, e é o corpo que nos permite lembrar e aprender, e, num sistema ininterrupto de trocas com o mundo, criar e expressar nossa interioridade por meio de desenhos, esculturas e todas as formas de arte. É o corpo que fala, que ri e chora, que dança, que canta, que modela, que é, em suma, instrumento sensível para os tons e sons da alma. O livro nos mostra que, pela integração que o tempo nos oferece, quando nos permite viver uma vida longa, e se a ela nos abrimos deixando fluir nossas memórias, podemos aprender a aceitar incondicionalmente a vida, desenvolvendo “um ego que não recua quando surge o incompreensível. Um eu que resiste, que suporta a verdade, e que está à altura do mundo e do destino”.

    2014



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    Psicoterapia Juguiana

    Irene Gaeta

    Este livro insere-se naquele grupo de trabalhos que revela a presença viva do autor em todo seu percurso. Este estudo ultrapassa a moldura de um trabalho teórico-especulativo e nos traz, ainda, uma sistematização oriunda de anos de prática clinica, buscando a integração de três abordagens: Psicoterapia, Terapia Corporal pela Calatonia, e Arteterapia. Cada uma dessas abordagens tem seu próprio método e a autora consegue, com desenvoltura e propriedade, fazer uma síntese criativa desses três métodos de atendimento clínico a pessoas com sofrimento da alma. Utilizando-se da Psicoterapia de orientação junguiana, da Calatonia de P. Sandor e da Arteterapia, Irene Gaeta consegue demonstrar, por meio de uma pesquisa clínico-qualitativa, que a junção dessas três metodologias converge para um resultado sui generis em termos de ampliação da consciência. Essa ampliação resulta da resolução dialética das relações de oposição entre consciente e inconsciente, mediada pelo símbolo que emerge de todo o seu trabalho terapêutico. As energias liberadas pela emergência desse símbolo levam à ação criativa/terapêutica em direção à Individuação. A expressão das imagens simbólicas, necessária à superação das relações de oposição, parece ser facilitada pela aplicação conjunta da Calatonia, da Arteterapia e da própria Psicoterapia. É sabido que uma das origens das neuroses é, segundo a visão junguiana, o bloqueio de nossos potenciais criativos inatos. A expressão por meio da Arte nos garante a possibilidade de projetar no papel, na tela, ou na modelagem nossos conflitos e nossos potenciais criativos e nossas tendências inconscientes. A própria expressão objetiva de nossos conteúdos inconscientes já é, em si mesma, terapêutica, e os resultados da terapia expande-se quando conseguimos, através da interpretação, uma ampliação ainda maior da compreensão que temos de nós mesmos. A expressão artística, por meio de mandalas, utilizada pela Autora neste estudo, é um método milenar, originado provavelmente no budismo tibetano. A mandala tem a capacidade de propiciar a expressão do inconsciente em um espaço limitado e protegido e, em geral, circular. Por isso, ela é, ao mesmo tempo, um instrumento dessa expressão íntima e da integração consciente/inconsciente. É, portanto, um portal para a expressão do inconsciente, mas dentro de certos limites de realidade. Este trabalho oferece um conhecimento inovador no âmbito da Psicoterapia e da Arteterapia e instiga o leitor a ampliar sua visão das possibilidades curativas do processo criativo e a refletir sobre outras possibilidades de abertura metodológicas no uso de técnicas psicoterapêuticas. É muito bem-vindo ao cenário da literatura especializada um estudo como este, que sem dúvida resultará em um enriquecimento pessoal e profissional dos interessados em Psicologia, Psiquiatria e Ciências da Saúde de maneira geral, estendendo-se para uma prática clínica mais viva e criativa, beneficiando ambos, terapeuta e cliente, em busca de um ideal que se espera comum e dialógico: a busca da Individuação.

    2010



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    Psyche and the City:
    A Soul’s Guide to the Modern Metropolis

    Thomas Singer(Editor)

    Each city embodies distinctive psychological qualities—in its geography and architecture, its bright lights and shadowy realms, in the deep patterns that recur throughout its history, in its global connections, and in the singular lives of its past and current inhabitants. But although each is unique, all must face the archetypal, dialectical nature of the cosmopolitan itself, as well as the particular tensions, terrors, and promises common to modern urban life world-wide.
    The contributors to Psyche & the City are all Jungian analysts and cultural thinkers, working with a notion of “soul” that comprehends both spirit and matter, bridging dualistic conceptions while recognizing the inherent value of each individual perspective. Writing specially for this volume, the authors freely employ personal anecdote and reverie, factual background, biography, imaginal amplification, and creative speculation to evoke the souls of their own home cities.
    This book is a hymn to the soul intended not only for readers familiar with Jungian ideas, but for anyone who cares about the state of their own soul, about their fellow citizens, and about the soul of the city itself.
    Neste livro, idealizado como um guia para se percorrer a alma das grande metrópoles contemporâneas, o capítulo dedicado a São Paulo, “Harlequin City”, única cidade da América do Sul a figurar no volume, é de autoria de Gustavo Barcellos.

    2010



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    Psique e imagem: estudos de psicologia arquetípica

    Gustavo Barcellos

    Este livro apresenta reflexões em torno das relações entre psicologia junguiana, trabalho analítico e questões culturais relevantes da contemporaneidade. Põe em exame as imagens e o sentido que a psique cria nas condições específicas tratadas em seus capítulos: o problema do consumo, as questões do trabalho, faces obscuras do amor e das emoções, a psicoterapia focada na imagem. Aqui a abordagem da psicologia arquetípica, com sua fina sensibilidade para o mito, a linguagem e a clínica, fornece a perspectiva necessária para o aprofundamento dessas questões.

    2012



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