Exposições

As exposições estarão a mostra no Hall do Teatro do HSBC durante o Congresso.

Esculturas: Poética Noturna
Esculturas realizadas pela analista junguiana do IJPR/AJB e artista plástica Clara Rossana Ferraro de Sá.

Fazer, Des-Fazer, Re-Fazer são impulsos que acompanham o artista ao longo do processo criativo. Este processo exige a habilidade de distanciamento dos padrões coletivos perfeccionistas e da ordem estabelecida para que o artista torne-se o continente e o conteúdo da forma nascente. Como num labirinto iniciático a intimidade da forma vai sendo desvelada. Em sua integridade a alma surge da interioridade da forma... “por que pelo jogo confuso do sentido passivo e do sentido ativo o interesse arquetípico desliza pouco a pouco do continente para o conteúdo”...(Durant). Nasce a nitidez .

Nesta mostra, "Poética Noturna", surge o OVO mítico do mundo. Caos (o Vazio) e Nix (a Noite) estão na origem do mundo. "Nix põe um ovo, de que nasce Eros, enquanto Úrano e Géia se formam nas duas metades da casca partida"(Brandão).

Eros é a força primordial que garante a coesão interna do cosmo. Eros como um “Daimon”, preenche o vazio e torna-se o ELO que une o Todo ao Si-mesmo. Ele é um facilitador na assimilação das forças diferentes e contrárias.(Brandão).

Entre o preto e o branco,a presença e a ausência,Eros é o prazer de interligar,de buscar significados,de preencher.

No jogo de formas e cores, o fluir espontâneo do olhar convida a experimentar o diálogo entre observador e obra.

Amostra de um processo criativo.

  • Clara Rossana Ferraro de Sá crp 08/4374

    ANALISTA JUNGUIANA pela ASSOCIAÇÃO JUNGUIANA DO BRASIL filiada à International Association for Analythical Psychology /Zurique/Suiça(Full Member since 2005). Escultora com reciclagem em Carrara/Italia realiza esculturas em mármore,bronze e resina.

    Atua na Clinica de Adulto, adolescente e criança. Organizou, com o apoio do CRP-PR o I ENCONTRO DE PSICOLOGIA JUNGUIANA DO PARANÁ(2000),tema: O Tempo e suas Conexões.Foi presidente do I SIMPÓSIO DE PSICOLOGIA ANALÍTICA DO INSTITUTO JUNGUIANO DO PARANÁ-IJPR(2008),tema:Psicologia Analítica:Teoria e Prática. Co-autora do Livro didático: Ensino de Arte : Eis a Questão, Edit. Módulo, 1993. Autoras: Andrade, R.F., Sá, C.R.F.- Samways, E. Capítulo A Criatividade em Psicologia Analítica - Contribuições para uma Mudança de Paradigma. Em Ensaios sobre a Clínica Junguiana. Instituto Junguiano do Rio G. do Sul. Org. Werres, J.L. Porto Alegre, RS : Edit. Imprensa Livre, 2005



Pinturas: Para los Ojos
A abertura desta exposição irá acontecer no dia 24.10, às 11 horas, no Solar do Rosário, rua Duque de Caxias, 04.

O Congresso apresentará uma amostra do que será a exposição completa.



O exercício do olhar

A exposição "Para los Ojos" reúne pinturas de quatro artistas brasileiras que utilizam a pintura, não só como linguagem, mas também como desculpa para interagir e olhar o mundo. Esta exposição resgata o exercício do olhar. A pintura é isso: um flanar pelo mundo, pois sempre somos convidados pelo olhar para sairmos de nós mesmos e passear pelas coisas, a apalpar as coisas, repousar sobre elas, viajar no meio delas.
Cada uma delas é um universo particular, com sua temática, suas cores, sua pincelada, seu processo criativo, seus questionamentos estéticos e pessoais. Mas isso só reforça o que as une: o exercício indiscutível da liberdade plena, a rejeição a qualquer rótulo, a qualquer regra que limite a liberdade de criar. Por esse motivo essas artistas estão juntas.
A sedução da cor, a liberdade de expressão e o gestual expansivo, são os fios condutores para a apreciação dos trabalhos de Dani Henning. Conhecida como a artista do movimento, ela transforma seus objetos em alfabeto visual, onde a espontaneidade do grafismo e a jovialidade das cores imprimem uma dinâmica própria. Suas bicicletas, são antes de mais nada, a expressão maior dessa liberdade de criar, refletindo o seu não conformismo com a estagnação. Suas obras mostram um dinamismo alegre e instigante.
Claudia de Lara, ao contrário de Dani Henning que explode numa profusão de cores puras e gestos para movimentar o objeto estático, utiliza o recorte do cotidiano para aprisionar o movimento. Nesse ato de fragmentar e congelar a realidade, a artista discute não só a arte, mas também se posiciona para olhar a contemporaneidade. Esses questionamentos encontram ressonância na sociedade atual, que é em essência fragmentária. Nesse “Slow-motion” onde a perspectiva é distorcida, Claudia, ao reter o tempo captura-o para pesquisar a cor e dessa forma devolve o movimento ao instante congelado.
Em contraponto com D. Henning e com Claudia, Sandra Bonet exclui a cor, se livra do fundo, dos excessos e se foca na figura. Com um desenho apurado, desconstrói alguns elementos da composição e direciona sua força criativa ao objeto da sua arte, elegendo como tema maior a figura humana. Os brancos, em sua obra, não são meros espaços vazios, como poderiam supor olhos menos atentos, pelo contrário, o branco mostra a ênfase que vai se construindo ao redor do ser humano. Essa ênfase é a nevoa do não-fundo que em alguns momentos abraça e engole a figura, disputando seu território.
Enquanto D. Henning dá movimento aos seus objetos-alfabeto e Claudia de Lara busca os seus objetos de desejo-artistico num universo lúdico fora de seus domínios; Sandra Hiromoto promove o diálogo dos objetos domésticos, melhor, dos objetos cotidianos. Mas quem dialoga com eles? É a artista que conversa com sua pintura? Ou somos nós, os expectadores, que somos convidados a dialogar com os objetos e por extensão com a própria artista? Que segredos esses objetos querem compartilhar? Esses questionamentos perturbadores perpassam toda a obra de Sandra Hiromoto, seja pela escolha da sua temática, seja pela forma de abordagem estética. O que chama a atenção é o paradoxo entre a manipulação da fotográfica digital com as suas pinceladas vigorosas, expressivas, intuitivas. Essa inquietação é também no seu processo criativo, ela se utiliza da arte urbana e promove novos questionamentos ao mesclar a pintura de cavalete com a stencil art, apropriada da arte urbana. Criando com isso uma pintura hibrida onde a cor vibrante é uma cor provocativa.
Marilena Chauí diz que a pintura é a ruminação do olhar, é ela que eleva à ultima potência o delírio da visão. E são os olhos que fazem esse percurso, que desvendam o mundo atando as pontas soltas. Assim o traçado da nossa visão na exposição "Para los Ojos" é feito pro essas quatro artistas que elegeram a visão como o sentido para esse encantamento.

Walkyria Novais
artista plástica especialista em Poéticas Contemporânea no Ensino da Arte

O projeto "Para os Olhos" visa apresentar o trabalho de quatro artistas que tem sua pesquisa pictórica voltada para as questões da pintura contemporânea e suas possibilidades. Neste projeto o grupo não segue uma temática ou conceito únicos. Propõe o exercício da liberdade, fazendo com que distintos pontos de vista dialoguem com harmonia oferecendo ao expectador um passeio por propostas estéticas diferenciadas. O que inevitavelmente surge em comum é a abordagem artística e crítica sobre a universalidade de formas e questões cotidianas, por vezes realçando o que já se banalizou para um novo olhar que resignifica e sensibiliza.

Claudia de Lara faz recortes de cenas cotidianas e com este fragmento da realidade faz sua pesquisa pictórica. O meio contemporâneo para a resolução da imagem, com suas distorções, saturações e filtragem, é a fotografia digital. Aí então a imagem serve como desafio para a pintura e o seu fazer artístico, na sua proporção, enquadramento, cores e texturas. Tem no currículo prêmios de participação em Salões e Mostras de arte no sul do país; exposições individuais e coletivas nacionais no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Paraíba , e internacionais na Argentina, Europa e Canadá.

"A pintura de Dani Henning não se constitui só em imagens e sim em rítmo e fluxo. Cores vibrantes são evidenciadas pela força da linha que delata um cálculo poético ao ser traçada sem rumo definido." Realizou exposições individuais no Paraná, São Paulo e Porto Alegre, faz parte de acervos em galerias do Brasil e em acervos particulares no exterior, consta em catálogos de arte do Brasil e nos livros "Pintores contemporâneos do Paraná" Vl 5, "Gastronomia e Arte do Paraná" 2007, "Coleção de livros Arte do Paraná" 2006.

"Os personagens de Sandra Bonet conseguem escapar da superfície do caos cotidiano para aprofundarem-se em um espaço pictórico, aonde os ecos de memórias afetivas falam de ausência, intimidade e silêncio. As delicadas nuances constituem uma pintura madura, própria de um percurso pictórico já estabelecido e desenvolvido ao longo do tempo. "Seu currículo tem participações em Salões e Mostras de Arte coletivas e individuais em Santa Catarina,Paraná, São Paulo,Paraíba e Madri (Espanha). Frequenta o Ateliê de Arte Contemporânea Edilson Viriato."

"Sandra Hiromoto cria em seu imaginário as possíveis relações entre os objetos cotidianos. Nesta pintura não existem fronteiras, a artista se utiliza de um fundo com pinceladas gestuais, e sobre ela linhas e imagens apropriadas, manipuladas e aplicadas com a técnica de stencil art. Letras, cenas urbanas, objetos , se encontram num espaço construído em que todos os elementos travam um diálogo visual . Expôs em Kobe, Yokohama, Ehime e Kumamoto - Japão, e em Madri, Ceuta, e Córdoba - Espanha. Participou de diversos salões nacionais e recebeu vários premios. É editora de artes visuais do Jornal Memai - Letras e Artes Japonesas. Integra o CACEV - Centro de Arte Contemporânea Edilson Viriato."

Música

Concerto com Olga Kiun, Maria Ester Brandão e Maria Alice Brandão Friedrich Mendelssohn - trio em ré menor para Piano, Violino e Violoncello

Quinta-feira, dia 21.10, 19:00h no Teatro do HSBC.

Olga Kiun
A pianista russa Olga Kiun descende de uma tradicional família de músicos soviéticos. Estudou no conservatório Tchaikowski, com o consagrado pianista e professor russo Lev Oborin. Em Leningrado cursou seu doutorado sob a orientação de Pavel Serebriakov. O repertório da pianista Olga Kiun abrange desde os compositores do séc. XVII aos contemporâneos, com ênfase aos românticos.

Olga tocou na Romênia, Bulgária, Polônia, Uruguai e Peru, apresentando-se pela primeira vez no Brasil em 1991, em Curitiba, e segundo o crítico Andréas Adriano do jornal Gazeta do Povo: "Olga Kiun mostra musicalidade imensa e a maneira emocional e apaixonada de tocar, necessárias a quem se dedica ao repertório romântico... uma das melhores pianistas que já pousaram em terras tupiniquins".

No Brasil Olga atuou como solista nos mais conceituados grupos sinfônicos do pais, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Nova Filarmônica (SP), a Orquestra Sinfônica de Campinas, a Camerata Antiqua de Curitiba e a Orquestra Sinfônica Paulista. Tendo trabalhado com, entre outros, os regentes Alceo Bocchino, Benito Juarez, Paulo Torres, Adriano Machado, Roberto Duarte, Lutero Rodrigues, Osvaldo Colarusso e Roberto Minczuck.

Olga Kiun desenvolve intensa atividade artística e pedagógica como recitalista, camerista, solista de orquestra, jurada em concursos e professora convidada em festivais de musica em todo o país além de ser professora titular da Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

No ano 2010 pianista acabou de gravar seu CD com obras de D. Schostacovitsch, C. Santoro e C. Guarnieri.

Em julho do mesmo ano Olga Kiun atuou como Diretora Artística e jurada do 1-o Concurso Internacional de piano de Santa Catarina.

Maria Ester Brandão
Natural de Curitiba , aluna brilhante do professor Moysés Azulay de Castro, iniciou sua carreira com o Coral e Conjunto da família Brandão e como solista, executando aos 14 anos o Concerto em mi menor de Mendelssohn coma Orquestra da Universidade Federal do Paraná. Em 1970 obteve o primeiro lugar no Concurso de Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira- Rio de Janeiro.

Uma das fundadoras da Orquestra de Câmara de Blumenau e tem se apresentado em recitais e como solista em várias orquestras brasileiras executando os principais concertos de violino. É spalla da Orquestra Sinfônica do Paraná.

Maria Alice Brandão
Nascida em Curitiba em família de músicos inciou seus estudos com o prof. Donato D'Alló.

Em sua atividade com música sinfônica no Brasil foi spalla de várias orquestras, dentre elas Orquestra Juvenil da UFPR e a Orquestra Sinfônica da Bahia. Foi uma das fundadoras da Camerata Antiqua de Curitiba.

A convite de Gernhard Mantel continuou seus estudos no Curso Superior de Violoncelo na Hochshule für Musik und Darsteilende Kunst Frankfurt am Main, na Alemanha juntamente com atividade didática no Musikschule Marbourg.

Estudou também em Basel na Suíça onde teve papel relevante na divulgação da música latino americana.

Exerce intensa atividade como solista e camerista e atua como pedagoga da EMBAP e em vários festivais e cursos de música.

Show de Jazz com Glauco Sölter Trio - Glauco Sölter, contrabaixo; Mario Conde, violão; Sérgio Coelho, trombone.

Sexta-feira, 18:30h no hall do Teatro do HSBC.

GLAUCO SÖLTER
Instrumentista, arranjador, compositor, produtor e diretor musical.
Professor do Conservatório de MPB de Curitiba. Diretor da Oficina de Música de Curitiba.
Começou a tocar baixo em 1985, estudando com Yuri Daniel ( baixista do grupo de Jan Garbarek) e tocando com Hélio Brandão, Pollaco e Paulo Branco. Como baixista já se apresentou no Brasil, Europa, Estados Unidos e África.
Em 1994 lança seu primeiro Cd solo e em seguida forma o grupo NaTocaia com Endrigo Bettega, Mário Conde e Jeff Sabbag. Tocou com seu trio no Montreux Jazz Festival em 1998. Frequentou a Berklee College of Music no ano seguinte. Gravou ainda mais 2 trabalhos solo ( "Fala Baixo" e "Baxô"). Atualmente toca com Raul de Souza, renomado trombonista brasileiro, com quem gravou o premiado CD "Jazzmim" e o acompanha em apresentações por todo o Brasil e exterior, como Chivas Jazz Festival, Cartaghe Jazz Festival, Tabarka Jazz , Ilhas Reunion e Bratislava -Eslovaquia. Acompanha a cantora Rogéria Holtz e dirige também o grupo Sinfonética Comunitária Flutuante. Integra ainda o grupo "Mano a Mano Trio" com Sérgio Albach e Vina Lacerda com quem se apresentou em festivais de música no Brasil, Peru e Itália. Com os músicos Arismar do Espírito Santo e Sérgio Coelho elaborou uma homenagem a Dorival Caymmi. Faz parte do grupo do violonista flamenco Murillo Da Rós. Tem seu trabalho de composições instrumentais se apresentando em variadas combinações de solo a sexteto. Recentemente tem se dedicado também a composições com letras em diferentes estilos. Já tocou com Kenwood Dennard, Nelson Ayres, Júlio Barreto, Airto Moreira, Badi Assad, Paulo Moura, Arrigo Barnabé, Hamilton de Holanda, Hugo Fatoruso, Toninho Horta, Celso Fonseca, Alessandro Kramer, Gabriel Grossi,Carlos Malta, Léo Gandelman, Robertinho Silva, Sizão Machado, Nenê, Proveta, Vinícius Dorin, Ademir Cândido, Marco Lobo, Cuca Teixeira, Duda Neves, Fábio Torres, Marco Pereira, William Magalhães, Vittor Santos, Mané Silveira, Walmir Gil, Leandro Braga, Mauro Senise, Carlos Careqa, Mário Manga, Trio Bonsai, Dr. Cipó entre outros.

MARIO CONDE
Guitarrista, multi instrumentista de cordas,compositor e arranjador.
Nascido no Rio de Janeiro,iniciou seus estudos musicais aos 11 anos com o maestro Jaime Ribeiro, de quem recebeu a base teórica e harmônica.
Já radicado em Curitiba passa a integrar o cenário musical da cidade,participando do grupo solo(Yuri Daniel,Chico Melo,Paulo Branco) no projeto Pixinguinha.
Viajou para a Europa, onde se juntou com os integrantes do grupo Sotak (Paulo Branco,Marilia Giller,Mauro Martins e Endrigo Bettega) para a gravação do cd "Manha" e diversos concertos,incluindo o Festival de Montreux e Fribourg.
Na Suiça cursou um semestre na EJMA(écolle de jazz e musique actualle)em Lousane. Formou o trio Impacto Impar (Mauro Martins e Endrigo Bettega) registrando em Genebra o cd com o mesmo nome.
De volta a Curitiba integra o quarteto Na´Tocaia (Glauco Solter,Jef Sabbag) registrando pela Movie Play o cd homônio e passa a acompanhar varios artistas como: Carlos Malta,Idriss Boudriou,Victor Santos,Toninho Ferraguthi,Roberto Sion,Robertinho Silva,Arismar do Espirito Santo,Vinicius Dorin,Valmir Gil,Mauro Senise,François de Lima,Michel Leme,Proveta,Raul de Souza,Gabriel Grossi,Paulo Moura,Nene,Marcio Bahia,Ademir Cândido e Hermeto Pascoal.
Atuou junto a Orquestra Sinfônica do Paraná como solista,sob a regência do maestro Nelson Ayres.
Integra o grupo Dr.Cipó (Alessandro Kramer,Ronaldo Saggiorato,Guinha Ramires e Endrigo Bettega) fazendo por tres vezes o circuito SESC do estado de SP.incluindo por duas vezes a gravação do programa Sesc Instrumental pela STV.
Com o Dr.Cipó registra tres cd´s independentes, sendo o ultimo com a partipação do mestre Hermeto Pascoal e um outro ao vivo no teatro FECAP com a participação de Renato Borghetti e Jorginho do Trumpete.
Ministrou aulas e workshops em oficinas e festivais tais como os de Itajai, Maringá, Cascavel, Florianópolis e Curitiba.
Ao lado do mestre Raul de Souza e grupo Na Tocaia se apresentou no Chivas Jazz Festival e em outros do gênero como Amazonas Jazz, Musica Brasil (Recife), Goyas Festival, Festa da Musica (B.H.) e nos principais teatros do Brasil tais como: Theatro Municipal de São Paulo, Teatro Nacional (D.F), São Pedro (Porto Alegre), Teatro Amazonas,Santa Isabel (P.E) entre outros. E no exterior: Pop Komm (Berlim), Fête de la Musique ), Fête de la Liberté (Ile de La Reunion), Jazz à Carthage (Tunisia) divulgando o cd "Jazzmin" lançado pela Biscoito Fino.

SERGIO COELHO
Sergio Coelho começou a estudar trombone em 1993 e já em 1999 começou a tocar profissionalmente atuando em bandas de Baile de Santa Catarina. Participou de diversas oficinas de música tendo aulas com professores como Radegundis Feitosa Nunes, Raul de Souza, Nailor “Proveta” Azevedo, François Lima, Itiberê Zwarg entre outros.
Em 2003, com o intuito de dar novos ares à sua música, começou a manter trabalhos periódicos de apresentações e gravações em Curitiba, começando então o trabalho com o baixista paranaense Glauco Sölter e com o grupo Na Tocaia, grupo este que gravou o último CD do trombonista Raul de Souza, "Jazzmim". Em 2006 passou uma temporada de 5 meses em São Paulo onde trabalhou como free-lancer, tocando em bandas como Sound Scape, Banda Urbana e Thiago Espírito Santo Quinteto. Dentre seus trabalhos mais importantes em São Paulo, estão o lançamento do disco do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo, no Sesc Pompéia, e gravação no disco do baterista Alex Buck.
Apesar da pouca idade, tocou com músicos como Toninho Horta, Filó Machado, Vinícius Dorin, Daniel Alcântara, Léa Freire, Arismar do Espírito Santo, Alex Buck, Sizão Machado, Paulo Braga (piano), Cléber Almeida, Edu Ribeiro, Zezinho Pitoco, Zé Barbeiro, Felipe Senna, Michel Leme, Jorginho do Trompete, entre outros. Em 2008 participou do musical Os Produtores, de Mel Brooks, com direção de Miguel Falabella.
Atualmente está trabalhando na divulgação de seu CD solo Sergio Coelho (trombone) neste CD Sergio gravou com Thiago Espírito Santo, Alex Buck, Edinho Sant’anna, Glauco Sölter, Endrigo Bettega, Mario Conde e Paulinho Sabbag, neste foram gravadas 9 músicas entre composições próprias e de amigos que participaram do trabalho. Sergio também trabalha com o grupo de gafieira Samba na Surdina, aonde vem se apresentando com freqüência em bares da região resgatando a magia das gafieiras. Sergio é graduando do curso de bacharelado em musica popular pela FAP (faculdade de artes do Paraná).